sexta-feira, 29 de abril de 2011
That's the way ( i like it)
Gosto desta música porque é muito animada e quando estou contente gosto de a cantar.
Música preferida
Esta é a minha música preferida porque tem um bom som e uma letra interessante. A minha parte preferida é quando incentivam as pessoas a fugir da rotina.
ADORO OS DEOLINDA.
Diogo Amador
o cavaleiro da armadura enferrujada
Harry Potter e a Pedra Filosofal
- Através do filme é possivel viajar até um mundo de magia, mistério e aventura, acompanhando os três companheiros do 1º ano, Ron, Harry e Hermione.
- O filme é interessante não só porque tem acção ,mas também por ser muito engraçado e nos levar para um mundo completamente diferente do nosso.
- O filme é interessante não só porque tem acção ,mas também por ser muito engraçado e nos levar para um mundo completamente diferente do nosso.
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Feito por: Beatriz E.,
Maria João,
Mariana P.M.
Marley e Eu
sexta-feira, 18 de março de 2011
José Jorge Letria

É um poeta escreve livros para crianças .A maioria dos seu livros teve sucesso e um deles em particular fez despertar o interesse pelos animais nas crianças, «O Alfabeto dos Bichos».
Através de rimas divertidas, José Jorge Letria dá-nos a conhecer muitos animais, provenientes dos mais diversos meios. As ilustrações de André Letria contribuem para fazer deste livro um objecto de descoberta para além do texto. Um livro que convida a criança a entrar no mundo animal de forma didáctica.
Ailema 6ºA
Bibliografia de José Jorge Letria
O essencial da sua obra poética encontra-se nos dois volumes da antologia "O Fantasma da Obra", publicados respectivamente em 1994 e em 2003, ano em que completou três décadas de actividade literária em livro.
O seu livro para crianças "O Homem que Tinha uma Árvore na Cabeça"... integrou, em 2002, a lista "Books and Reading for Intercultural Education", da União Europeia.
Autor de quase duas centenas de títulos publicados em cerca de cinquenta editoras diferentes, metade dos quais na área literatura infanto-juvenil, a sua obra para a infância foi o tema da dissertação de Mestrado da Drª Maria Teresa Macedo, na Universidade do Minho.
Sobre a sua experiência na madrugada do 25 de Abril publicou, em 1999, o livro "Uma Noite Fez-se Abril".
Foi autor do ensaio "O Terrorismo e os Media - O Tempo de Antena do Terror".
Tem livros traduzidos em várias línguas (castelhano, francês, inglês, italiano, coreano, japonês, russo, búlgaro, romeno, húngaro e checo).
Está representado em numerosas antologias poéticas em Portugal e no estrangeiro, designadamente em França, onde o seu livro "Um Amor Português", com tradução de Séverine Rosset, foi publicado com a chancela das Edições Albin Michel.
A sua obra literária foi distinguida, até à data, com inúmeros prémios.
Como escritor distingue-se na poesia, no conto, no teatro e, sobretudo, na literatura para a infância e juventude.
TÍTULOS RECENTES DO AUTOR:
Para Crianças e Jovens:
"A Minha Primeira República", Dom Quixote, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Henriqueta, a Tartaruga de Darwin", Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Galileu à Luz de uma Estrela", Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"O Dia em que o Homem Beijou a Lua", Portugália, ilustrações de Carla Nazareth, 2009
"A Alfabeto dos Países", Oficina do Livro, Ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Era Uma Vez um Rei Conquistador", Oficina do Livro, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Machado dos Santos-Herói da Rotunda", Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2010
Retirado de: Wikipédia
O seu livro para crianças "O Homem que Tinha uma Árvore na Cabeça"... integrou, em 2002, a lista "Books and Reading for Intercultural Education", da União Europeia.
Autor de quase duas centenas de títulos publicados em cerca de cinquenta editoras diferentes, metade dos quais na área literatura infanto-juvenil, a sua obra para a infância foi o tema da dissertação de Mestrado da Drª Maria Teresa Macedo, na Universidade do Minho.
Sobre a sua experiência na madrugada do 25 de Abril publicou, em 1999, o livro "Uma Noite Fez-se Abril".
Foi autor do ensaio "O Terrorismo e os Media - O Tempo de Antena do Terror".
Tem livros traduzidos em várias línguas (castelhano, francês, inglês, italiano, coreano, japonês, russo, búlgaro, romeno, húngaro e checo).
Está representado em numerosas antologias poéticas em Portugal e no estrangeiro, designadamente em França, onde o seu livro "Um Amor Português", com tradução de Séverine Rosset, foi publicado com a chancela das Edições Albin Michel.
A sua obra literária foi distinguida, até à data, com inúmeros prémios.
Como escritor distingue-se na poesia, no conto, no teatro e, sobretudo, na literatura para a infância e juventude.
TÍTULOS RECENTES DO AUTOR:
Para Crianças e Jovens:
"A Minha Primeira República", Dom Quixote, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Henriqueta, a Tartaruga de Darwin", Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Galileu à Luz de uma Estrela", Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"O Dia em que o Homem Beijou a Lua", Portugália, ilustrações de Carla Nazareth, 2009
"A Alfabeto dos Países", Oficina do Livro, Ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Era Uma Vez um Rei Conquistador", Oficina do Livro, ilustrações de Afonso Cruz, 2009
"Machado dos Santos-Herói da Rotunda", Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2010
Retirado de: Wikipédia
José Jorge Letria

José Jorge Alves Letria é um jornalista, político, poeta e escritor português nascido a 8 de Junho de 1951 em Cascais. As suas obras são principalmente para as crianças sendo famoso por muitos livros desse género.
Alguns desses livros são particularmente conhecidos, um deles é «O Alfabeto dos Bichos». Através de rimas engraçadas, José Jorge Letria dá-nos a conhecer vários animais, vindos dos mais diversos meios sendo considerado um livro que convida a criança a entrar no mundo animal de forma didáctica.
Maria João Armés - 6º ano
José Jorge Letria
José Jorge Alves Letria é um jornalista, político, poeta e escritor português.
Foi um escritor muito premiado:
Prémios e distinções
1992, foi agraciado com a medalha da International des Arts et des Lettres, de Paris, juntamente com os escritores Natália Correia e David Mourão-Ferreira
condecorado, em 1997, pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem da Liberdade.
distinguido, em Junho de 2002, com a Medalha de Honra do Município de Cascais, tendo sido atribuído o seu nome à Escola EB 1 da vila, por si frequentada na infância.
Premiado com dois Grandes Prémios da Associação Portuguesa de Escritores em conto e em teatro.
Prémio Internacional Unesco atribuído em França.
Prémio Aula de Poesia de Barcelona.
Prémio Plural do México.
Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte atribuído em São Paulo.
Prémio Gulbenkian.
Grande Prémio Garrett da Secretaria de Estado da Cultural.
Prémiado duas vezes com o Prémio Eça de Queirós-Município de Lisboa.
Prémio Ferreira de Castro de Literatura Infantil que ganhou três vezes, tal como o Prémio "O Ambiente na Literatura Infantil"
Prémio Garrett.
Prémio José Régio de teatro.
Prémio Camilo Pessanha do IPOR.
Prémio Maria Rosa Colaço, em 2006, para o texto inédito "A Fala das Coisas" (conto infanto-juvenil)
Prémio Nacional de Poesia Nuno Júdice, de 2007, para a colectânea inédita "Sobre Retratos".
Prémio Manuel d'Arriaga da Sociedade Protectora dos Animais em 2009, pela solidariedade manifestada para com as organizações de apoio aos animais abandonados e pela publicação regular de livros em que os animais e os seus direitos se encontram em destaque, caso de "Amados Gatos" , "Amados Cães" e "Coração Sem Abrigo", todos da Oficina do Livro.
Catarina Alves e Paulo Caldeira
Foi um escritor muito premiado:
Prémios e distinções
1992, foi agraciado com a medalha da International des Arts et des Lettres, de Paris, juntamente com os escritores Natália Correia e David Mourão-Ferreira
condecorado, em 1997, pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem da Liberdade.
distinguido, em Junho de 2002, com a Medalha de Honra do Município de Cascais, tendo sido atribuído o seu nome à Escola EB 1 da vila, por si frequentada na infância.
Premiado com dois Grandes Prémios da Associação Portuguesa de Escritores em conto e em teatro.
Prémio Internacional Unesco atribuído em França.
Prémio Aula de Poesia de Barcelona.
Prémio Plural do México.
Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte atribuído em São Paulo.
Prémio Gulbenkian.
Grande Prémio Garrett da Secretaria de Estado da Cultural.
Prémiado duas vezes com o Prémio Eça de Queirós-Município de Lisboa.
Prémio Ferreira de Castro de Literatura Infantil que ganhou três vezes, tal como o Prémio "O Ambiente na Literatura Infantil"
Prémio Garrett.
Prémio José Régio de teatro.
Prémio Camilo Pessanha do IPOR.
Prémio Maria Rosa Colaço, em 2006, para o texto inédito "A Fala das Coisas" (conto infanto-juvenil)
Prémio Nacional de Poesia Nuno Júdice, de 2007, para a colectânea inédita "Sobre Retratos".
Prémio Manuel d'Arriaga da Sociedade Protectora dos Animais em 2009, pela solidariedade manifestada para com as organizações de apoio aos animais abandonados e pela publicação regular de livros em que os animais e os seus direitos se encontram em destaque, caso de "Amados Gatos" , "Amados Cães" e "Coração Sem Abrigo", todos da Oficina do Livro.
Catarina Alves e Paulo Caldeira
José Jorge Letria
José Jorge Letria estudou Direito, História e História de Arte na Universidade de Lisboa, sendo Pós-Graduado em Jornalismo Internacional e Mestre em "Estudos da Paz e da Guerra nas Relações Internacionais" pela Universidade Autónoma de Lisboa.
Jornalista desde 1970 até Dezembro de 2003, começou por colaborar nos suplementos Juvenil e A Mosca do Diário de Lisboa.
Seguidamente, foi redactor e editor de jornais como o República, Diário de Notícias, O Diário e Jornal de Letras, foi ainda chefe da redacção do semanário Musicalíssimo e correspondente do diário de Barcelona, Tele-Express, e da revista Delibros do Ministério da Cultura de Espanha.
Tendo sido, igualmente, professor de jornalismo, experiência da qual resultou a publicação de três livros sobre a matéria.
Foi autor de programas de rádio e de televisão, destacando-se, a esse nível, a sua participação, durante vários anos, na equipa de criadores da “Rua Sésamo”, em Portugal e autor dos textos do programa "Pastéis de Belém", na TSF.
Iniciou o seu percurso político como membro do PCP em 1972, tendo-se desvinculado deste partido em 1991.
Foi um dos poucos civis que se encontravam ao corrente do levantamento militar de 25 de Abril de l974, tendo colaborado com os militares na Direcção da Emissora Nacional desde 27 de Abril desse ano e foi responsável pela programação musical da Estação oficial até meados de 1975.
Aderiu ao PS em 1995 e foi entre 1994 e 2001 vereador da Cultura da Câmara Municipal de Cascais, onde criou a revista Boca do Inferno.
Integrou durante seis anos o Bureau Executivo da Associação dos Eleitos Locais e Regionais da Grande Europa para a Cultura, tendo sido membro da Comissão de Redacção do Livro Branco sobre as Políticas Culturais na Europa.
Foi vice-presidente da Fundação D. Luís I., para a área da Cultura, em Cascais, e presidente da Fundação São Francisco de Assis, também sede em Cascais, destinada ao acolhimento e tratamento de animais abandonados.
Como dirigente associativo foi membro da direcção do Sindicato dos Músicos e da Associação Portuguesa de Escritores e Vice-Presidente da Direcção e da Administração da Casa da Imprensa.
É membro da World Literary Academy.
É, desde Setembro de 2003, vice-presidente e administrador da Sociedade Portuguesa de Autores e, desde Setembro de 2007, seu administrador-delegado e integra, desde Abril de 2005, em representação da SPA, o Comité Executivo do Conselho Internacional de Autores Dramáticos, Literários e Audiovisuais.
Integra desde finais de Setembro de 2009 os corpos sociais da Fundação Paula Rego.
Recebeu em Novembro de 2009 o Prémio Manuel de Arriaga, instituído pela Sociedade Protectora dos Animais para distinguir personalidades individuais ou colectivas que se destaquem anualmente pelo seu contributo para a defesa e divulgação dos direitos dos animais. Foi tida em conta a acção pública do distinguido ao longo dos anos, mas também a publicação de livros como "Amados Cães", "Amados Gatos" e do recente romance "Coração Sem Abrigo", que tem como personagens centrais um sem-abrigo e o seu cão de companhia num contexto de solidão urbana.
Jornalista desde 1970 até Dezembro de 2003, começou por colaborar nos suplementos Juvenil e A Mosca do Diário de Lisboa.
Seguidamente, foi redactor e editor de jornais como o República, Diário de Notícias, O Diário e Jornal de Letras, foi ainda chefe da redacção do semanário Musicalíssimo e correspondente do diário de Barcelona, Tele-Express, e da revista Delibros do Ministério da Cultura de Espanha.
Tendo sido, igualmente, professor de jornalismo, experiência da qual resultou a publicação de três livros sobre a matéria.
Foi autor de programas de rádio e de televisão, destacando-se, a esse nível, a sua participação, durante vários anos, na equipa de criadores da “Rua Sésamo”, em Portugal e autor dos textos do programa "Pastéis de Belém", na TSF.
Iniciou o seu percurso político como membro do PCP em 1972, tendo-se desvinculado deste partido em 1991.
Foi um dos poucos civis que se encontravam ao corrente do levantamento militar de 25 de Abril de l974, tendo colaborado com os militares na Direcção da Emissora Nacional desde 27 de Abril desse ano e foi responsável pela programação musical da Estação oficial até meados de 1975.
Aderiu ao PS em 1995 e foi entre 1994 e 2001 vereador da Cultura da Câmara Municipal de Cascais, onde criou a revista Boca do Inferno.
Integrou durante seis anos o Bureau Executivo da Associação dos Eleitos Locais e Regionais da Grande Europa para a Cultura, tendo sido membro da Comissão de Redacção do Livro Branco sobre as Políticas Culturais na Europa.
Foi vice-presidente da Fundação D. Luís I., para a área da Cultura, em Cascais, e presidente da Fundação São Francisco de Assis, também sede em Cascais, destinada ao acolhimento e tratamento de animais abandonados.
Como dirigente associativo foi membro da direcção do Sindicato dos Músicos e da Associação Portuguesa de Escritores e Vice-Presidente da Direcção e da Administração da Casa da Imprensa.
É membro da World Literary Academy.
É, desde Setembro de 2003, vice-presidente e administrador da Sociedade Portuguesa de Autores e, desde Setembro de 2007, seu administrador-delegado e integra, desde Abril de 2005, em representação da SPA, o Comité Executivo do Conselho Internacional de Autores Dramáticos, Literários e Audiovisuais.
Integra desde finais de Setembro de 2009 os corpos sociais da Fundação Paula Rego.
Recebeu em Novembro de 2009 o Prémio Manuel de Arriaga, instituído pela Sociedade Protectora dos Animais para distinguir personalidades individuais ou colectivas que se destaquem anualmente pelo seu contributo para a defesa e divulgação dos direitos dos animais. Foi tida em conta a acção pública do distinguido ao longo dos anos, mas também a publicação de livros como "Amados Cães", "Amados Gatos" e do recente romance "Coração Sem Abrigo", que tem como personagens centrais um sem-abrigo e o seu cão de companhia num contexto de solidão urbana.
José Jorge Letria
Os Animais Fantásticos
de José Jorge Letria
O mundo mitológico está recheado das criaturas mais fantásticas que possas imaginar. Vem conhecê-las nestes versos que José Jorge Letria escreveu especialmente para ti, e a que André Letria deu expressão, e deixa-te seduzir pelos encantos da Sereia, assiste ao renascer da Fénix, sobe aos céus no dorso de Pégaso, encanta-te com a Esfinge, procura o Fauno nos bosques e foge a sete pés do Ogre e do Lobisomem.
Feito por : Rita n.º 25
Sara n.º 26
de José Jorge Letria
O mundo mitológico está recheado das criaturas mais fantásticas que possas imaginar. Vem conhecê-las nestes versos que José Jorge Letria escreveu especialmente para ti, e a que André Letria deu expressão, e deixa-te seduzir pelos encantos da Sereia, assiste ao renascer da Fénix, sobe aos céus no dorso de Pégaso, encanta-te com a Esfinge, procura o Fauno nos bosques e foge a sete pés do Ogre e do Lobisomem.
Feito por : Rita n.º 25
Sara n.º 26
sábado, 12 de março de 2011
Carnaval
O Carnaval de antigamente não era como hoje um desfile de corsos e meninas a dançar com pouca roupa, como no Carnaval brasileiro. (Não nos podemos esquecer que na altura do Carnaval, no Brasil é Verão, mas cá não, brrrr...) As pessoas mascaravam-se, pregavam partidas, gozavam com as outras pessoas pois estando disfarçadas podiam fazê-lo sem serem reconhecidas.
Carnaval de cada terra tinha o seu rei, o Rei Momo, que também tem uma rainha. A corte tem vários ministros e imensas "matrafonas", que são homens vestidos de forma ridícula ou de mulher.
Hoje em dia Portugal ainda tem Carnavais com muita força e tradição: Ovar, Torres Vedras, Alcobaça, Loulé... E muitos mais, pois por todo o lado se brinca e se organizam festejos e bailes de Carnaval.
Em Portugal, a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.
Dois dos países mais marcantes do Carnaval são Itália (Veneza) e o Brasil.
O Carnaval apareceu no Brasil porque, em 1723, foi levado de Portugal. Neste país as máscaras são impressionantes e, principalmente, brilhantes.
Em Veneza o Carnaval é uma festa espectacular. Cheia de máscaras e serpentinas toda a gente acha graça a este período de festa.
Feito por:
Elsa Baptista N.º 16
Rita Paiva N.º 25
Carnaval de cada terra tinha o seu rei, o Rei Momo, que também tem uma rainha. A corte tem vários ministros e imensas "matrafonas", que são homens vestidos de forma ridícula ou de mulher.
Hoje em dia Portugal ainda tem Carnavais com muita força e tradição: Ovar, Torres Vedras, Alcobaça, Loulé... E muitos mais, pois por todo o lado se brinca e se organizam festejos e bailes de Carnaval.
Em Portugal, a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.
Dois dos países mais marcantes do Carnaval são Itália (Veneza) e o Brasil.
O Carnaval apareceu no Brasil porque, em 1723, foi levado de Portugal. Neste país as máscaras são impressionantes e, principalmente, brilhantes.
Em Veneza o Carnaval é uma festa espectacular. Cheia de máscaras e serpentinas toda a gente acha graça a este período de festa.
Feito por:
Elsa Baptista N.º 16
Rita Paiva N.º 25
sexta-feira, 11 de março de 2011
o carnaval de Loures
Inicialmente, caracterizava-se pela: saída das Cegadas, manifestações de teatro de rua, mordazes e irónicas que criticavam situações locais ou nacionais; o “lançamento de pulhas”, gracejo provocatório, tinha como função escarnecer ou “dar recados a alguma personalidade local”.
Outras das actividades tradicionais eram: o arremesso de ovos, os enfarinhamentos, os jogos de água junto ao chafariz do Largo 4 de Outubro, etc..
Também os bailes animavam as noites dos Loureenses. As pessoas mascaravam-se e iam dançar no salão da “Sociedade”.
Os jovens andavam mascarados, apelidavam-se de “encaraçados” com roupas extravagantes, travestindo-se de “mastronças”, dançavam e tocavam parando em todas as casas.
Os “assaltos”, por norma feitos à noite a casa dos amigos, resultavam em que, uma vez a casa assaltada, os seus donos tinham de oferecer comida e bebida aos assaltantes, que só se desmascaravam quando fosse descoberta a sua identidade.
O significado de Carnaval
Carnaval quer dizer "adeus à carne".Pois, depois do Carnaval, vem a quaresma que são quarenta dias de preparação para a Páscoa, na qual os adultos religiosos não comem carne.
Trabalho elaborado por:
Beatriz T. Eduardo
Catarina B. L. Carita
Trabalho elaborado por:
Beatriz T. Eduardo
Catarina B. L. Carita
CARNAVAL
Carnaval
Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno é feito de desfiles e fantasias,que nos dão alegria ao mascarar-mo-nos .
A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" do grego significa carne e "valles" significa prazeres.
Para nós o Carnaval é uma época alegre onde podemos encarar outra personagem.
Feito por:
Carolina(teclado)
Ailema (rato)
Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno é feito de desfiles e fantasias,que nos dão alegria ao mascarar-mo-nos .
A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" do grego significa carne e "valles" significa prazeres.
Para nós o Carnaval é uma época alegre onde podemos encarar outra personagem.
Feito por:
Carolina(teclado)
Ailema (rato)


O Carnaval
O Carnaval é um acontecimento anual que ocorre 47 dias antes da Páscoa, sendo a mesma marcada pelo primeiro domingo depois da primeira lua-cheia após o equinócio de Primavera (21/03). Os Carnavais mais famosos do mundo são o do Rio de Janeiro e Veneza.
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" do grego significa carne e "valles" significa prazeres.
As festas que acontecem nos dias de carnaval incluem os baile de máscaras,principalmente em Veneza, com as suas ricas fantasias e carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
Feito por: Sara Alves e Maria João Armés
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
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